domingo, 29 de junho de 2008

Resumindo...


Isto realmente tem andado tudo muito agitado!

Como não tivemos Primavera, parece que as actividades dos últimos três meses se concentraram todas nestes primeiros diazitos de sol, já para não falar na vontade de aproveitar cada bocadinho para ir um bocado à praia. Quem é que tem tempo para blogs?

O que vale é que saímos cedo do Euro, senão, então, é que havia mesmo borga para todos os dias!

Cá por casa as coisas não têm andado especialmente fáceis. Para dizer a verdade, não há nenhum problema em especial, e até está tudo muito calminho e organizado, fora a eterna questão das limpezas, para as quais tenho tido, francamente, muito pouco tempo e paciência (mas este fim de semana já foi tudo ao sitio outra vez!). A questão é que com a Perchta a morar cá, as constantes idas ao Veterinário e os cuidados especiais de que ela vai precisando - e que se alteram de semana a semana- , há sempre aquela alteração de rotina que me desiquilibra um bocado. Já para não falar na falta que fazem os almoçinhos da D. Isabel e o "pôr a conversa em dia" em casa dos pais todos os dias :)!

Como é que uma coisa tão simples me faz tanta diferença? O que vale é que já falta pouco para voltar tudo ao normal, mas precisava mesmo de ser tão dependente das rotinas?

terça-feira, 24 de junho de 2008

Caramba

Isto está mesmo parado ... Será que o mau tempo tem influência ou está tudo cansado.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

que força é esta...?

as vezes ponho-me a pensar em tudo o que temos( coisa que não é assim tão incomum entre nos), e tenho plena noção que sim , temos tudo e o que não temos é como se ja fosse nosso pois é claro para todos que temos essa possibilidade, basta acreditar nisso...influencias do SEGREDO...
mas o que é certo é que no sim há sempre alguma coisa que não me faz dar aquele primeiro passo, tão importante para as coisas. Eu acho mesmo que podemos fazer tudo, aliás eu vou sempre testando essa capacidade, e a realidade é que já fiz coisas que penso serem pequenas vitórias e que me provam isso mesmo. o pior é quando tomo banho... quando tomo banho eu penso em tudo o que queria ou devia fazer e não fiz (não sei se é um mau habito mas tenho sítios para pensar nas coisas, por exemplo quando vou dormir tenho 3 tipos de pensamento, ou o(+/- normal)plano do dia seguinte... ou o que aconteceu durante o dia, ou ainda naquilo em que quero sonhar...era só mesmo este a parte...), como por exemplo, a ideia de ir ter um mesito ou mais de inglês a Inglaterra...esta ideia tem tudo o que eu poderia querer... mas quando estou na suposta fase de decidir e andar para a frente , pronto, ou tenho sono ou fome... a qualquer coisa de desvia, e sempre que faço qualquer coisa para me informar,não deixo de fazer aquele pequeno exercício respiratório de quem vai falar com o giraço da sala...
:PP
cromalhisses

sábado, 24 de maio de 2008

Tess



Festejámos este mês mais um aniversário da Minhoca da casa. Após uns aninhos de afastamento, enquanto ela esteve a fazer a licenciatura, voltei este ano a conviver outra vez mais com ela e, claro, a espantar-me de cada vez que me apercebo como ela cresceu desde que eu saí de casa!

Apesar disso, e por muito que cresça, uma coisa nunca muda: a Tess enche mesmo uma casa! Umas vezes pela berraria com que defende as suas convições - sejam elas sobre a coisa mais importante do mundo, sejam pela mais comezinha - e outras pela alegria quando está em "dia-sim" e contagia tudo e todos a cantar em altos berros! De qualquer forma, com ela é sempre tudo em grande e ela ocupa, definitivamente, "muito espaço" em qualquer casa e na vida de qualquer pessoa! Por isso faz sempre falta e nota-se bem quando não está...

Minha Tess, muitos, muitos parabéns (achavas que ia deixar passar em branco? Isto às vezes tarda, mas não falha!). Mantém-te "espaçosa", impulsiva e barulhenta, porque não tenho qualquer dúvida de que, para o bem e para o mal, esse é mesmo o lado melhor da vida! Beijos.

domingo, 18 de maio de 2008

E eu...puta fina...

Por falar em Rua de Aveiro.
Numa das catástrofes naturais, com o fumo a correr atrás de nós, subi as escadas para pegar na carteira. Servía-me de muito se ficasse no incêndio.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Aprender

Lá ando em mais um curso de Formação de formadores interessante . Vai-se aprendendo umas coisas com todos . Cada vez acho mais, que sabíamos muito mais se tivéssemos hipóteses de juntar o nosso interesse em ensinar com a hipóteses de trocar conhecimentos com outras pessoas com o mesmo interesse. Todos juntos sabemos tudo.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Lote 2


O Lote 2 foi a minha segunda casa, onde vivi entre os 6 meses e os doze anos da minha vida. Era um prédio muito dado a aventuras e, sobretudo, propenso a grandes catástrofes naturais, sempre vividas com grande cumplicidade por parte de todos os habitantes! A coisa começou logo bem, uma vez que logo da primeira vez que lá entrei, com seis mesinhos apenas, fiquei presa com a minha mãe no elevador... era apenas o começo! Como o prédio tinha sistema anti-sismico e está num sítio muito alto, não havia terramoto ou tempestade que não se sentisse e era habitual ver, a meio da noite, a malta toda a correr pelas escadas abaixo, de pijama (ou sem ele), com a filharada às costas. Depois, seguia-se um "agradável convívio" no Hall de entrada do prédio, até passar o susto e conseguirmos voltar a ter sono... aventuras destas nunca faltaram naquela casa, de tal maneira que até conseguimos ter um incêndio que consumiu todo o 10º e parte do 9º andar (mas essa não posso ser eu a contar porque não estava cá)...
Uma noite de Outono, estávamos nós a jantar quando se pôs uma tempestade daquelas que parecia que deitava o prédio abaixo, com os alumínios das varandas a enfolar para dentro da casa, vento a entrar, chuva, relâmpagos, enfim... tudo a que tinha direito! Como era costume, a vizinhança começou toda a mobilizar-se para a tradicional debandada escadas abaixo e os nosso vizinhos do lado entraram pela nossa casa dentro para "juntar as tropas" - é preciso dizer que as portas estavam sempre abertas -.
Nesse momento, não percebi bem como, instalou-se o caos total! A minha irmã começou a entrar em stress com a situação e, como era costume, desatou a vomitar, a minha mãe não queria sair com a casa toda vomitada e andava atrás dela, de pano e esfregona em punho a limpar o vomitado, a minha vizinha e grande amiga que está comigo na foto, assim que se apercebeu de que tínhamos castanhas assadas, agarrou-se à travessa e não havia maneira de sair dali sem ela, a mãe dela, por sua vez, meteu na cabeça que não podia levar o filho mais novo para baixo sem o vestir em condições, o que implicava não só vestir propriamente mas penteá-lo impecávelmente, enquanto todos esperávamos, meio em pânico, no corredor das escadas... eu só queria sair dali, mas não havia meio de decidirem se o caso era para tanto ou não!
Depois de muita confusão, lá se arranjou maneira de finalmente começarmos a descer, a pé, claro, os oito andares que nos separavam da salvação, para podermos, mais uma vez, aguardar todos a bonança no hall, em conversações com os restantes vizinhos.
Valeram-nos as castanhas que a minha amiga não largava, para entreter o estômago durante a espera...